Psicodélico: Janeiro 2012

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Psicodelia de papel














































































As fotos destas esculturas da artista Jen Stark foram encontradas no blog do Nassif

Similares de drogas viram noticia novamente nos EUA e na Europa



Os chamados sais de banhos estão novamente causando polêmica não só nos EUA, mas como também em países europeus. A principal preocupação das agências de saúde é quanto à formula destes compostos, que são muito obscuras, justamente para burlar a legislação de alguns locais. Como por exemplo, a cocaína, maconha e outras drogas são proibidas, as chamadas drogas legais caíram no gosto da população. Afinal, ao invés de você precisar recorrer a um traficante, você vai até uma loja e compra os chamados sais de banho.

Estes compostos simulam os efeitos das drogas proibidas, como maconha, cocaína, ecstasy, e em muitos casos, com uma concentração ainda muito maior. Tais produtos ganharam uma grande notabilidade nos EUA e depois no Reino Unido, justamente por serem vendidos em farmácias, corredores de supermercados e lojas de conveniência, sem qualquer fiscalização.

O sais de banho normalmente possui substâncias que poderiam ser consideradas proibidas. O sal de banho que simula o efeito da cocaína, quando inalado, normalmente possui um composto chamado de mefedrona, misturado com metcatinona, que é encontrada em uma planta, que é ilegal em vários países, como os EUA e o próprio Reino Unido.

Vale a pena ressaltar, que mesmo com as preocupações dos governos, este tipo de comércio e novas substâncias, só aparecem devido à proibição das drogas. O que acontece é que cria-se um mercado "legal", que mais uma vez visa lucro, e não a saúde do usuário e as tais drogas "legais" acabaram por ficar famosas entre jovens e pessoas que querem experimentar os seus efeitos.

Pesquisa mostra diferentes razões para atletas se utilizarem da Maconha



Uma nova pesquisa realizada nos EUA, mostra a relação entre a maconha e os atletas universitários. Segundo o estudo, pessoas que são atletas são menos propensos a usar maconha, do que pessoas que não são atletas. Estudos anteriores, já demonstravam que os atletas normalmente fazia menor uso de maconha, do que outras pessoas.

Contudo, mesmo sendo menos propensos a usar maconha, muitos atletas ainda optam por fazer o uso da substância, afirmou Jennifer F Buckman, PhD do centro de Estudos do Álcool da Universidade de Rutgers, em New Jersey.

No estudo, foram examinados 392 atletas universitários e 504 não atletas estudantes sobre o uso da maconha. Entre os homens, um terço dos atletas disseram que usaram a droga no ano passado, contra metade dos não-atletas. O mesmo aconteceu com 25% de atletas do sexo feminino e 48% dos não-atletas.

No geral, segundo os estudiosos, atletas e não atletas compartilham os mesmos riscos para o uso de maconha. "Uma coisa que se destacou é que os atletas estavam mais propensos a usar maconha porque segundo eles é agradável," disse Buckman.

Por outro lado, é menos provável que atletas usem a droga para lidar com stress, sendo que eles se utilizam da droga para fins recreativos. Segundo Buckman, oo objetivo principal dessas pesquisas é descobrir os fatores que parecem influenciar uso de drogas, em seguida, desenvolver mensagens específicas com maior probabilidade de fazer a diferença em um grupo específico.

Sativex poderá ser comercializada em breve nos EUA



Depois de testes realizados na Austrália para sua comercialização, o Sativex em breve poderá chegar às prateleiras das farmácias dos Estados Unidos. A empresa GW Pharma está em um estágio avançado de testes clínicos para fármacos contendo a partir da maconha e não de sintéticos que se equivalem ao THC, que seria usado no tratamento oncológico.

A empresa se diz otimista para receber a aprovação do governo até o final do próximo ano, podendo assim ser comercializado nas farmácias. Estes testes e pesquisas vieram após um quarto de século, depois que a Food and Drugs Administration (FDA) aprovou a primeira prescrição médica com base no principal principio ativo da maconha.

O Sativex contém dois melhores componentes da maconha- delta 9-THC e canabidiol - e já foi aprovado no Canadá, Nova Zelândia e oito países europeus, sendo receitado para aliviar os espasmos musculares associados com a esclerose múltipla.

Aprovação da FDA representaria um marco importante no relacionamento dos Estados Unidos, muitas vezes desconfortável com a maconha, que em 16 estados e Washington DC já permitem que as pessoas usem legalmente através de receitas com o seu médico.

No Reino Unido por exemplo, a posse de maconha ainda é ilegal, contudo, há cerca de uma década atrás, o fundador da GW Pharma, Dr. Geoffey Guy, recebeu permissão para cultivar e desenvolver o remédio, que conhecemos como Sativex.

Médicos e pacientes com esclerose múltipla estão cautelosamente otimistas quanto ao Sativex.

Proibição das drogas: uma arma econômica para a corrupção



Quando se fala na política adotada pelo mundo sobre as drogas, você logo já observa que a saúde do cidadão nunca teve nada a ver com isso, já que os países normalmente fazem uma legislação no qual proíbe amaconha, cocaína, lsd, entre outras, mas legaliza as drogas da industria farmacêutica, ou as drogas que o Estado tem interesse para que ele possa lucrar com isso.

A proibição das drogas sempre foi um negócio. Um comércio que gera bilhões de dólares a todo ano e que sustenta uma rede de corrupções. O exemplo maior de que o Estado seleciona a droga que quer vender pode ser vista no álcool, que é a droga ocidental que causou maiores desastres na América, no qual comunidades locais foram completamente destruídas por esta“água ardente“. Muitos tornaram-se viciados, continuando a beber o dia todo, mas as autoridades nunca decidiram controlar ou coibir essa substância. Há um século e meio, as guerras do ópio foram travadas para obrigar os chineses a consumir o ópio das colônias britânicas, na Índia.

Atualmente, as drogas são proibidas pelo seu valor econômico, fazendo com que se limite a oferta e assim o preço possa ficar nas alturas. E o pior, é que os cartéis do narcotráfico sabem muito bem tirar proveito, tanto, que o tráfico de drogas é o maior mina de financiamento das organizações criminosas.

Podemos tirar de exemplo também, à recente briga boliviana para descriminalizar a folhas de coca. A tentativa gerou um burburinho nas empresas ocidentais. Contudo, fica a pergunta, porque a folha de coca é perseguida, mas as fabricas que se utilizam dela como matéria prima não são? Simplesmente, porque os derivados da folha de coca valem muito dinheiro no mercado legal.

O ataque à folha de coca é um ato de racismo e desrespeito às tradições culturais dos países andinos, crenças e religião. Os países ocidentais só entenderiam isso se vissem o seu vinho, as vinhas, ou campos de tabaco sendo fumigados por países estrangeiros e assim, destruindo toda as plantações que se existe por perto!

Estado do Kansas se mobiliza para tentar descriminalizar o uso de maconha



O governo federal dos EUA vive um constante ataque aos dispensários de maconha medicinal, numa estratégia ridícula do governo Barack Obama para ganhar um pouco da sua popularidade perdida. No entanto, o presidente parece não ver que com esta atitude, pessoas que precisam da maconha de uma forma terapêutica, acabam saindo prejudicadas.

Apesar da proibição, isso nunca foi um fato que impedisse alguém de conseguir maconha. Para Dani, de 21 anos, que sofre com problemas de depressão, ansiedade e dores no estômago, a maconha ajuda acalmar, a se concentrar em aspectos importantes da vida dela, enfim, para ela os benefícios da maconha são incalculáveis.

Dani reconhece que no estado do Kansas, poderia ser pega e ter problemas por se utilizar de maconha, contudo ela garante que tem encontrado uma maneira bem mais segura de conseguir o seu remédio, o qual ela não revela especificamente.

Questionada ainda sobre o fato da maconha ser proibida no Kansas, Dani afirma que o bem estar dela é o mais importante. Segundo ela, enquanto a maconha estiver fazendo bem para aliviar os seus sintomas, de maneira alguma ela vai deixar de fumar os seus baseadinhos.

Apesar da atual situação estadunidense não ser favorável à maconha, os ativistas do Kansas esperam que a proposta HB2330 - que permitiria grupos sem fins lucrativos licenciados para cultivar e distribuir até 6 gramas de maconha por mês para pessoas com prescrição de um médico, além de cartões emitidos pelo Departamento de Saúde de Kansas – seja aprovada e acabe de vez com esta agonia dos pacientes de maconha medicinal.

MALATESTA, um Anarquista Antiproibicionista !

EXTRAÍDO DO COLETIVO DAR

http://pt.wikipedia.org/wiki/Errico_Malatesta



O anti-proibicionismo não pertence a esta ou aquela ideologia. Compartilham seus preceitos liberais, comunistas, anarquista… nem sempre com as mesmas metas ou os mesmos propósitos. Um ultra-liberal podedia simplesmente argumentar que as drogas não devem ser proibidas pois o Estado não deve intervir no comércio entre os indivíduos. Já um comunista poderia dizer que se trata de uma lei imposta mundialmente pelos EUA, aumentando sua influência sobre os outros países. Um defensor dos direitos humanos pode insistir que é direito do homem a propriedade ao próprio corpo, que o Estado não tem direito de intervir nas escolhas pessoais de cada um no que concerne sua própria saúde.

Apresentamos aqui uma tradução de um artigo publicado em 1922 por Enrico Malatesta, um importante autor anarquista. Este artigo merece destaque não apenas pela impressionante antecipação dos fatos (estamos falando de nada mais do que 90 anos antes do fenômeno da toxicomania vivida atualmente), mas pela lucidez dos comentários e a atualidade de sua proposta.

Em tempos em que a pura estupidez é chamada de política pública contra as drogas, faz-se necessário mais que nunca resgatar as idéias que já vem sendo ignoradas já quase a um século. Enquanto a sociedade se recusar violentamente a ouví-las, seguiremos repetindo a estupidez, com cada vez mais violência.

Cocaína

Na França existem leis severas contra quem usa e quem vende cocaína. E, como é habitual, o flagelo se extende e se intensifica a pesar das leis e talvez por causa das leis. O mesmo que no resto da Europa e na América.
O doutor Courtois, da Academia de Mecidina francesa, que já no ano passado havia lançado um grito de alarme contra o perigo da cocaína, comprovado o fracasso da legislação penal, ele pede… novas e mais severas leis. É o velho erro dos legisladores, a pesar de que a experiência tenha sempre, invariavelmente, demonstrado que nunca a lei, por melhor que seja, serviu para suprimir um vício, ou para desencorajar um delito.
Quanto mais severas sejam as penas impostas aos consumidores e para os negociantes de cocaína, mais aumentará nos consumidores a atração pelo fruto proibido e a fascinação pelo perigo afrontado, e nos especuladores, a avidez do lucro, que já é enorme e aumentará com o aumentar das leis.
É inútil esperar algo das leis.
Nós propomos outro remédio.
Declarar livre o uso e o comérico da cocaína, e abrir os locais nos quais a cocaína seja vendida a preço de custo, ou ao menos baixo custo. E depois fazer um grande informe para explicar ao pública e informar a todos os danos da cocaína; ninguém faria propaganda contrária porque ninguém poderia ganhar com o sofrimento dos cocainómanos.
Certamente que com isso não desapareceria completamente o uso danoso da cocaína, porque persistiriam as causas sociais que causam a existência dos desgraçados e os empurram para o uso de estupefaciantes.
Mas de qualquer modo o mal diminuiria, porque ninguém poderia ganhar com a venda da droga, e ninguém poderia especular com a caça dos especuladores.
E por isso nossa proposta não será tomada em consideração, ou será tratada como quimárica e louca.
No entanto, as pessoas inteligente e desenteressada poderia dizer: “Depois de que as leis penais se mostraram imporentes, não seria bom, ao menos a título de experimento, tentar o método anarquista?”

Enrico Malatesta, em Umanità Nova (1922).

Cannabis e as Religiões



Referências à cannabis e ao seu consu­mo são aspectos fundamentais de muitas das grandes religiões do mundo. Por exemplo:

XINTOÍSMO (Japão) — A cannabis era usada para consolidar as relações no matrimônio e dele afastar os maus espí­ritos, acreditando-se que gerava riso e felicidade no casamento.

HINDUÍSMO (índia) — Diz-se que o deus Shiva "trouxe a cannabis dos Himalaias para alegrar e iluminar os homens". Os sacerdotes sadhu percorrem a Índia e o mundo partilhando cachimbos "chil-lum" enchidos com cannabis, por vezes misturada com outras substâncias. NoBhagavad-gita, Krishna afirma: "Eu sou a erva curativa" (Cap. 9:16), enquanto o Canto Quinto do Bhagarat-purana des­creve o haxixe em termos explicitamente sexuais.

BUDISMO (Tibete, índia e China) — Os budistas usaram ritualmente cannabis do século V a.C. em diante; ritos iniciáti­cos e experiências místicas com erva eram (são) comuns em muitas seitas bu­distas chinesas. Alguns budistas e lamas tibetanos consideram que a cannabis é a sua planta mais sagrada. Muitas tra­dições, escritos e crenças budistas in­dicam que o próprio "Sidarta" (o Buda) alimentou-se exclusivamente de semen­tes de cânhamo durante os seis anos ante­riores ao anúncio das suas verdades (as Quatro Nobres Verdades, o Caminho Óctuplo), quando se tornou o Buda.

Quanto aos ZOROASTRIANOS, ou Magos (Pérsia, circa séculos VIII-VII a.C. até séculos III-IV), muitos exegetas e comentadores cristãos acreditam que os três "Reis Magos", ou Sábios, que assisti­ram ao nascimento de Cristo eram refe­rências cúlticas aos zoroastrianos. A religião zoroastriana baseava-se (pelo menos superficialmente) no conjunto da planta de cânhamo, que era o principal sacramento religioso da classe sacerdotal e o seu mais importante medicamento (p. e., obstetrícia, ritos de incenso, óleos de ungir e crismar), bem como a princi­pal fonte de óleos de iluminação e óleos combustíveis do seu mundo secular. Considera-se geralmente que a palavra "mágico" deriva dos zoroastrianos — os "Magos".

Os ESSÊNIOS (antigo Israel) usavam o cânhamo medicinalmente, assim como osTERAPUTEUS (Egipto), dos quais deriva o termo "terapêutico" Alguns acadêmicos acreditam que ambos eram dis­cípulos dos sacerdotes/mágicos zoroas­trianos, ou pertenciam com eles a uma irmandade.

Os ANTIGOS JUDEUS: Como parte das cerimônias sagradas judaicas realizadas sexta-feira à noite no Templo de Salomão, entre 6o a 80.000 homens pas­savam em redor queimadores de incenso cheios de kanabosom (cannabis), inalan­do o seu fumo, antes de regressarem a casa para a principal refeição da semana (seria por causa dos munchiesl)

Os SUFIS DO ISLÃO (Médio Oriente) são sacerdotes "místicos" muçulmanos que pelo menos durante os últimos 1000 anos divulgaram, usaram e elogiaram a cannabis enquanto meio de obter a reve­lação divina, a iluminação e a unidade com Alá. Muitos acadêmicos, muçulma­nos ou não, acreditam que o misticismo dos sacerdotes sufi era de fato o dos zo­roastrianos que, tendo sobrevivido às conquistas muçulmanas dos séculos VII e VIII, converteram-se subsequente­mente ao Islão (muda de religião e aban­dona o álcool ou serás decapitado).

Algumas seitas de CRISTÃOS COPTAS (Egipto/Etiópia) acreditam que a sagrada "erva verde dos campos" referida na Bíblia ("Farei crescer para eles uma planta renomada; deixarão de ser consumidos pela fome e nunca mais terão de suportar os insultos dos idólatras" (Ezequiel 34:29) é a cannabis, e que os incensos secretos, os incensos doces e os óleos de ungir refe­ridos na Bíblia são feitos de cannabis.

Os BANTUS (África) tinham Cultos da Dagga* secretos, sociedades que restringiam o uso da cannabis aos regentes masculinos. Os pigmeus, zulus e hoten-totes consideravam todos que a cannabis era um medicamento indispensável para cãibras, epilepsia e gota, e como sacra­mento religioso.

*Estes cultos "Dagga" acreditavam que a Sagrada Cannabis fora trazida à terra pelos Deuses, sendo oriunda do sistema "Estrela Dois Cães", a que cha­mamos Sirius A e B. "Dagga" significa literalmente "cannabis". É interessante constatar que a palavra indo-europeia que veio a designar a planta tanto pode ler-se como "canna", cana, e "bi", dois, como "canna", de canino, e "bis", significando dois (bi) — "Dois Cães".

Os RASTAFARIANOS (Jamaica e ou­tras regiões) são uma seita religiosa contemporânea que usa a "ganja" como o seu sacramento sagrado para comunicar com Deus (Jah).



quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

[Download Filme] What Happened to Kerouac?

What Happened to Kerouac? é uma investigação animada e reveladora sobre a história pessoal e processo criativo de Jack Kerouac - O pai da Geração Beat, autor de "On The Road" e figura central da revolução contracultural dos anos cinquenta. Este retrato mostra-nos o que aconteceu quando a fama e notoriedade foram lançados sobre um homem essencialmente reticente cuja influência ainda é sentida em todo o mundo.
Direção: Lewis MacAdams (I), Richard Lerner (II)
País de Origem: EUA
Ano de lançamento: 1986
Duração: 96 minutos
Elenco:
Gregory Corso (Himself)
Edie Kerouac Parker (Herself)
William S. Burroughs (Himself)
Michael McClure (Himself)
John Clellon Holmes (Himself)
Lawrence Ferlinghetti (Himself)
Ann Charters (Herself)
Gary Snyder (Himself)
Neal Cassady (Himself - archive footage)
Carolyn Cassady (Herself)
Diane Di Prima (Herself)
Joyce Johnson (II) (Herself)
Jan Kerouac (Herself)
Herbert Huncke (Himself)
Fran Landesman (Herself)
William F. Buckley (Himself - archive footage)
Ed Sanders (I) (Himself - archive footage)
Allen Ginsberg (Himself - archive footage)
Robert Creeley (Himself)

Tamanho do arquivo: 629.58 MB

Filme :
http://www.megaupload.com/?d=MF2OG0HS

Legenda:
http://www.4shared.com/rar/kt0xSBcR/W_H_to_Ke.html

[DOWNLOAD] The hippie Revolt - A Revolução dos Hippies


Uma celebração psicodélica pela liberdade de expressão de juventude americana dos agitados anos 60. Ema plena Haight-Ashbuty, os próprios hippies deram depoimentos sobre seus medos de vida, seus gostos estéticos, filosóficos, políticos e o uso das drogas. Um registro histórico realizado pelos próprios hippies em suas comunidades.
Direção: Edgar Beatty
Duração: 75 minutos
Ano de Lançamento: 1967
País de Origem: EUA
Elenco: Muhammad Ali, General Hershey Bar, Carl Franzoni, Elliot Mintz, Vito Paulekas






Filme :
http://www.megaupload.com/?d=V64XMBH2

Legenda:
http://www.4shared.com/file/kAO771as/T_H_Revolt.html?

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Quebrando o Tabu | 2011 | NacionaL DVDrip [Avi]


SINOPSE

Há 40 anos os Estados Unidos levaram o mundo a declarar guerra às drogas, numa cruzada por um mundo livre de drogas. Porém, os danso causados só cresceram. Abusos, informações equivocadas, epidemias, violência e o fortalecimento de redes criminosas são os resultados da guerar perdida numa escala global. Num mosaico costurado por Fernando Henrique Cardoso, o documentário escuta vozes das realidades mais diversas do mundo em busca de soluções, princípios e conclusões.;















Tamanho: 692 MB
Idioma: Português
Formato: Avi
Qualidade: DVDrip
Gênero: Documentário
Duração: 80 min
Ano: 2011

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