Psicodélico

domingo, 1 de julho de 2012

Um pouco da História dos Coffee Shops Holandeses


A história  pode ser contada a partir da Idade de Ouro, quando os navios foram equipados com cordas e velas de cânhamo. Os efeitos medicinais da cannabis têm sido muito valorizado e praticado em todo o mundo, a diferença na Holanda são os pubs públicos legalizados. Há quatro cidades da Holanda que a maconha é vendida em pubs, elas são Amesterdam, Roterdam, Haia e Utrecht.
A partir dos anos de 1970 que os pubs Holandeses foram capazes de vender essa planta natural, em condições de controles e restrições de idade. Há uma distinção de "drogas leves" aplicada à venda de cannabis dando origem a fama de Amsterdam como a cidade do haxixe e da maconha.

Legislação colocou restrições sobre os cafés e as violações dos regulamentos impostos são levados a sério, custando aos cafés a cassação de seus alvarás. Também pode proibir a transferência de licença de um operador, o que causou a redução de números de café no passado. Cafés não estão autorizados a a fazer propaganda, estão limitados a quantidade de transações e seus clientes não pode ser a razão para os distúrbios ao redor.

Os pubs foram atribuído as áreas de negócio, com os municípios que controlando a localidade em relação à localização das escolas públicas.
Experiências de drogas no passado e da história do país tem limitado a venda de apenas drogas leves em pubs. Drogas pesadas são passíveis de sanções severas e multas para os proprietários de cafés e clientes. Um café da mais antiga e ainda popular é chamado de Bulldog, localizado em Amesterdam na Leidseplein, abriu suas portas em 1975.

Regulamentos

Os cafés estão autorizados a vender uma quantidade limitada para cada pessoa por dia. E as pessoas só podem possuir uma certa quantidade. Há também requisitos de idade e a maioria dos cafés não vendem bebidas alcoólicas.

Em 1965 um movimento para fumar maconha abertamente em público levou as autoridades e a polícia a prender indivíduos com posses superior aos  5 grams permitidos. Os clubes Paradiso e Melkweg são alvo de violações em Amsterdam. A popularidade da maconha continua e em 1969 as prisões relacionadas à posse de maconha aumentou para mais de 500.

Durante a década de 1970 leis antidrogas mantinham a posse de maconha ilegal para se enquadradar nos tratados internacionais, estabelecendo um processo de monitoramento da polícia. Na década de 1980 as políticas de maconha foram alteradas para formar as diretrizes do governo, sustentando as distribuições de menor quantidade para os consumidores. 
Grandes quantidades de distribuições de drogas leves, letais e drogas pesadas ainda carregam pesadas multas e penalidades. 

Os ventos da mudança estão no ar, como um traço particular é observado sobre os movimentos a favor da maconha. As reuniões são pacíficas, que evoca uma mudança de atitude. Representantes legais e políticos começam a iniciar uma ação para controlar o uso e posse e tentar descriminalizar o porte nos países europeus. Em 2004, a Bélgica tem o seu primeiro passo para apoiar o movimento holandês, a Alemanha pediu ensaios preliminares de controles.

Como o final de 2011 duas leis de abordagens a maconha podem entrar em jogo, devido ao aumento da quantidade de turismo para os pubs e aumento da quantidade de THC na maconha. A maconha contendo 15 por cento ou mais THC será considerada uma droga pesada com uma proibição de venda a turistas e em locais de fronteira. Níveis de THC são baseados em comportamentos específicos ou fatores de risco que especialistas associam com os níveis mais altos actualmente vendidos em cafés.

CÂNHAMO E AQUECIMENTO GLOBAL


Embora ainda haja alguma dúvida de que o aquecimento global está ocorrendo, a possibilidade de que tenha sido reconhecido por mais de um século. Incluindo os relatórios do Escritório de Tecnologia de Avaliação da década de 1970 indicam que o aquecimento está ocorrendo. Registros de temperatura (1850-2000) indicam que tem havido uma taxa, oscilando gradual de aumento da temperatura e energia - daí o aumento da ocorrência de incidentes climáticos como furacões e inundações. Climatologistas concorda que os gases estufa são responsáveis pelo aquecimento da atmosfera e que 66% dos gases de efeito estufa são causadas pela queima de combustíveis fósseis, desmatamento e fertilizantes.

Tudo bem que alguns "especialistas" (mais notavelmente aqueles com filiação ao gás de efeito estufa e indústrias produtoras) permanecem céticos sobre se o aquecimento global está ocorrendo ou não, devemos pelo menos ter cautela. Incidentes de tempo, e os níveis do mar são susceptíveis de ter efeitos negativos significativos sobre as civilizações humanas. O governo britânico está empenhado em dependência crescente sobre a energia nuclear, que cria os riscos adicionais associados com o armazenamento dos resíduos radioactivos e emissões radioactivas. Alternativas para a queima de combustíveis fósseis, lixo nuclear, desmatamento e adubos químicos de nitrato precisam ser desenvolvidos. Cânhamo pode ter um papel vital a desempenhar no desenvolvimento de alternativas amigável.


Produção de Energia

Um relatório publicado pela FCDA da Europa descreve a Equação de Energia de Biomassa (CBEE), delineando um argumento convincente de que as plantas de cânhamo pode ser usado para produzir energia de combustível mais barato por BTU que os combustíveis fósseis e urânio - sem produzir gases de efeito estufa! Plantas de cânhamo tem o maior quantidades conhecidas de celulose para anuários - com pelo menos 4x (alguns sugerem até mesmo 50-100x) o potencial de biomassa de seus rivais mais próximos (milho, cana de açúcar e árvores). 
Produção de biomassa ainda produz gases de efeito estufa, embora a idéia é que o excesso de dióxido de carbono será usada pelas plantas em crescimento de cânhamo - são amortecedores eficazes e prosperar em níveis elevados - Ao contrário de energia de combustíveis fósseis que produz energia a partir de plantas que morreram há milhões de anos atrás.

Ao ler o relatório da FCDA, Hon. Jonathon Porrit (ex-diretor da Amigos da Terra, atualmente na Diretoria do Fórum para o Futuro) comentou: "Eu gostei de lê-lo - o relatório deve contribuir muito". Três anos depois - As autoridades ainda não estão tomando o potencial dessa planta a sério. MAFF estão atualmente a participar no apoio à pesquisa sobre o potencial da biomassa de árvores de álamo que alegam ter o apoio mais científico para a produção de energia de biomassa. O uso da planta do cânhamo na produção de energia de biomassa tem um impacto real na redução dos níveis de dióxido de carbono.

É tão produtiva: um acre de cânhamo = 1.000 litros de metanol.

Na verdade, o primeiro carro de Henry Ford correu de cânhamo metanol! - E em apenas uma fração do custo das alternativas ao petróleo. Alternativas ao carvão, óleo combustível, acetona, álcool etílico, breu de alcatrão e creosoto pode ser derivada - a partir desta planta única!

Como o esgotamento da camada de ozônio - o cânhamo realmente resiste a radiação UV. Ele absorve a luz UV, ao mesmo tempo resistindo a danos a si mesma e proporcionando proteção para tudo o resto.

Livre de risco, a energia livre de poluição. Sem chuva ácida, e uma redução na poluição do ar de até 80% ... Há ainda potencial para o mesmo na indústria.

Conheça o hemp car, o automóvel cujo combustível é a cannabis


Fonte: Revista Trip
Henry Ford dá uma marretada em carro de fibra de cânhamo, em 1941, para provar sua resistência
Você desce a serra atrás de uma fila de caminhões e subitamente o interior de seu carro é tomado pelo inconfundível perfume da maresia. Não, nada de brisa litorânea. O odor, neste caso, vem do escapamento dos caminhões à frente, que rodam com biodiesel de cânhamo.

Se as ideias de um pequeno grupo de ativistas norte-americanos ganhar corpo, essa cena será perfeitamente possível. Liderado por oito pessoas, entre elas um engenheiro da Nasa e um ex-executivo do alto escalão da Intel, o projeto Hemp Car (www.hempcar.org) defende o uso do óleo de cânhamo filtrado como combustível alternativo para os motores a diesel. A opção, mais limpa e sustentável ante os derivados do petróleo, ganha relevância quando lembramos que, na Europa e nos EUA, ao contrário do que ocorre no Brasil, o diesel não está limitado apenas aos veículos de carga, mas também aos modelos de passeio.

Para provar a viabilidade da proposta, a trupe percorreu mais de 24 mil km a bordo de um automóvel Mercedes-Benz convertido para a queima do chamado Hemp Fuel. Durante os 92 dias em que durou a viagem, passaram por mais de 50 cidades nos Estados Unidos e no Canadá, aproveitando para também “plantar” a ideia na cabeça de novos seguidores.

Para quem já imaginou um trânsito mais tranquilo, na paz, vale uma observação: apesar de o cheiro liberado pelo escapamento do Hemp Car lembrar o de um baseado, sua fumaça é absolutamente inofensiva. “O cânhamo industrial não possui propriedades psicoativas, portanto não pode ser considerado droga”, apressa-se em alertar o texto publicado no site da entidade, que luta por uma reforma na legislação norte-americana, atualmente contrária ao desenvolvimento industrial de produtos derivados da família Cannabis.

ATÉ TU, HENRY FORD?!

A ideia de converter maconha em combustível alternativo não é necessariamente nova. Já na década de 30 o visionário Henry Ford, pai do automóvel moderno e um dos maiores símbolos da industrialização norte-americana, defendia o uso de sementes, grãos e outros derivados agrícolas – inclusive o cânhamo – como fonte de energia renovável. “O álcool produzido por vegetais plantados ao longo de um ano em determinada área é suficiente para abastecer os tratores que irão cultivar essa mesma área pelos próximos cem anos”, afirmava.

A respeito da maconha, Henry Ford chegou a testar combustíveis batizados como “hempoline”, produzidos a partir do óleo das sementes e do caule do cânhamo. E defendia que a sua queima era mais limpa e menos tóxica se comparada à gasolina.

Completamente seduzido pelos poderes da erva, o industrial norte americano passou a cultivar cânhamo industrial a partir de 1937. E não se limitou apenas à questão energética. “No futuro, faremos com que os carros brotem da terra”, chegou a afirmar, fazendo analogia à sua crença de que era possível encaixar as plantas em praticamente todas as etapas da produção de um automóvel.

O maior de seus feitos, no entanto, está registrado na edição de dezembro de 1941 do tabloide Popular Mechanics Magazine: um carro com carroceria inteiramente moldada por resistentes placas de um plástico cuja fórmula levava 70% de fibras de celulose de cânhamo, sisal e palha de trigo; sendo os 30% restantes provenientes de resina.

A fotografia de Henry Ford batendo na carroceria com um bastão de madeira para demonstrar a resistência do “carro de plástico” – como preferiu chamá-lo – tornou-se emblemática em suas biografias. A imagem também pode ser vista em um vídeo comercial que ele chegou a gravar e que está disponível no YouTube. Basta digitar “Henry Ford hempcar”.

A entrada dos Estados Unidos na Segunda Guerra Mundial e o chamado de ajuda para toda indústria que trabalhasse com aço desviaram a atenção de Henry Ford de suas pesquisas botânicas. Mas ficou plantada a semente, reacendida agora com o pessoal de certo Mercedes-Benz “psicodélico”...

10 GRANDES BENEFÍCIOS PARA SAÚDE PROPORCIONADOS PELA MACONHA


Prefeitura de Moscou planta Maconha em vez de grama.


russos plantam maconha por engano
Cerca de 230 pés de maconha foram encontrados em um jardim próximo a construção de uma estação de metrô na capital russa, Moscou. Segundo o site “Moscow Times”, funcionários da própria prefeitura teriam cultivado a planta “por acidente”.

Em comunicado, a administração municipal alegou que os pés de maconha simplesmente “brotaram”, após a área ter sido preenchida com terra e sementes de grama.

Em tom de ironia, o Serviço Federal de Controle de Drogas russo disse que seus agentes tiveram que “experimentar a profissão de jardinagem” para retirar as centenas de pés em uma área próxima a construção da estação de Brateyevo, no sul de Moscou. Toda a terra do jardim será substituída.

A prefeitura também explicou que a criação do jardim fazia parte de um projeto de desenvolvimento da área. Uma investigação policial foi aberta para apurar o fornecedor da terra colocada no local e como as sementes de maconha foram parar no jardim.

ENTENDA O NOVO CÓDIGO PENAL ENVOLVENDO A MACONHA


A comissão de juristas responsável pelo anteprojeto do novo Código Penal definiu que a proposta descriminalizará o uso de drogas.
Pelo texto aprovado, na manhã desta segunda-feira (28/5), caberá ao Poder Executivo regulamentar a quantidade de substância que uma pessoa poderá portar e manter sem que se considere tráfico. O anteprojeto será submetido ao trâmite legislativo regular após a conclusão dos trabalhos da comissão.

A quantidade de droga deve corresponder ao consumo médio individual de cada tipo de droga pelo período de cinco dias. A regulamentação dessa quantidade específica ficará a cargo de órgão administrativo de saúde pública, como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O cultivo para consumo próprio também não será criminalizado.

A presunção de consumo para uso pessoal é relativa. Isso significa que, mesmo portando quantidade de droga menor que a regulamentar, a pessoa poderá ser condenada por tráfico caso se comprove, por outros elementos, que a substância não se destinava ao seu uso pessoal. Da mesma forma, quantidade superior poderá ser considerada como para consumo próprio, caso o acusado consiga comprovar essa destinação.

Pela proposta da comissão, continua sendo crime o uso público e ostensivo de substâncias entorpecentes, assim como nas proximidades de escolas e na presença de crianças e adolescentes.

A pena para esse crime será a mesma atualmente aplicada aos usuários de drogas: advertência sobre os riscos do consumo, prestação de serviços à comunidade e comparecimento a cursos educativos.

Também continua crime a indução, instigação ou auxílio ao uso indevido de droga, com prisão de seis meses a dois anos. O compartilhamento de droga eventual e sem objetivo de lucro, com pessoa do relacionamento do agente, também é punível, com pena entre seis meses e um ano mais multa.

A comissão ainda irá deliberar sobre as causas de redução de pena para o tráfico. O restante da estrutura dos tipos penais relacionados não sofreu alteração significativa. Na mesma sessão, a comissão também tratou de bullying, stalking, “flanelinhas” e constrangimento ilegal para tratamento médico. As informações são do STJ.

A votacao so ocorrerá em 2013

Recheado de temas polêmicos, como a flexibilização para a prática de aborto e o tratamento mais liberal para o usuário de drogas, o anteprojeto de reforma do Código Penal começou a tramitar ontem no Senado com duas certezas. A primeira de que o texto final terá mudanças profundas. E a segunda de que votação da proposta no Congresso demorará a ser finalizada. O anteprojeto do código foi elaborado por uma comissão de juristas comandada pelo ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Gilson Dipp.

A apresentação do projeto durante o período eleitoral deve atrasar as discussões e emendas ao texto. A expectativa mais otimista prevê que a primeira votação do novo código em plenário ocorra somente no ano que vem.

Governo uruguaio explica como vai vender maconha



A Junta Nacional de Drogas do Uruguai explica que a qualidade da droga será monitorada para que usuários não consumam maconha adulterada, e que o preço poderá ser mais baixo que o praticado no mercado negro. E haverá um cadastro de usuários para se evitar um “narcoturismo” de pessoas de outros países.

Limite mensal por pessoa será de 30 gramas
Logo depois que foi anunciado este mês, o projeto de estatização do mercado de maconha levantou críticas — o governo colombiano, por exemplo, afirmou que os uruguaios deveriam discutir o projeto com os outros países da região — e dúvidas. Um dos principais responsáveis do governo uruguaio sobre o projeto, o secretário-geral da Junta Nacional de Drogas do Uruguai, Julio Calzada, tirou dúvidas.

Onde será a venda dos cigarros de maconha?
Há aspectos que só serão definidos depois que o Parlamento aprovar a lei. O poder executivo fará a regulamentação dela segundo o que for aprovado. Dito isso, o importante é que será o Estado que vai regular a venda. Não haverá postos de venda “estatais”, mas venda controlada por diferentes vias, por meios de “estancos”, como é o modelo espanhol para a venda de tabaco. Poderiam ser incluídos aí os clubes ou associações de usuários.

Como evitar que a venda volte para o tráfico, depois da legalização?
É possível fazer isso se for controlado o volume de produção — que para o mercado uruguaio é de 2,5 toneladas mensais — e também controlar quem compra. Se fizermos isso, garante-se que a produção não vai para o mercado negro. O limite da compra mensal por pessoa será de 30 gramas.

Como serão definidos os preços?
Isso será resultado de estudos técnicos de custo — nas experiências existentes o preço é similar ao do mercado negro ou levemente inferior. O principal é que o usuário vai consumir um produto certificado e não adulterado, como é feito atualmente.

Haverá monitoramento para se evitar que usuários se excedam?
O pacote de medidas vai potencializar dispositivos de saúde, atenção e tratamento, para pessoas com consumos problemáticos de droga, especialmente derivados de pasta base de cocaína.