Psicodélico

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Cientistas criam biodiesel de maconha

Planta cresce até em solo infértil; combustível aproveita 97% do óleo da semente

Do R7:

Wikimedia Commons

Plantação de maconha industrial na França; planta, que será usada na fabricação de biodiesel, pode ser cultivada em solo infértil


Pesquisadores da Universidade de Connecticut, nos Estados Unidos, descobriram que a fibra da Cannabis sativa (nome científico da maconha), chamada de cânhamo industrial, tem propriedades que a tornam uma matéria-prima viável e atraente para a produção de biodiesel, um combustível sustentável feito de plantas renováveis.

O combustível feito de maconha apresentou uma alta eficiência de conversão – 97% do óleo foi convertida em biodiesel – passou em todos os testes do laboratório e até apresentou propriedades que sugerem que pode ser usado em temperaturas mais baixas do que qualquer biocombustível do mercado.

A capacidade da planta de crescer em solo infértil também diminui a necessidade de cultivá-la em lavouras, que podem ser usadas para o plantio de alimentos, explica Richard Parnas, professor de química, de materiais e de engenharia biomolecular, que chefiou o estudo.

O cânhamo industrial é plantado em muitas partes da Europa e da índia. A fibra do caule da planta é forte e, até o desenvolvimento de fibras sintéticas nos 1950, era o principal produto usado em todo o mundo para fazer cordas e roupas.

Hoje, em alguns países, a Cannabis ainda é usada como uma fibra, principalmente por não precisar de muita água e de fertilizantes. Mas as sementes, que contêm os óleos naturais da planta, geralmente são jogadas fora.

Parnas diz que são exatamente elas que podem ser usadas para virar combustível. O cientista explica que “alguém que planta cânhamo consegue produzir combustível suficiente para fornecer energia para toda a fazenda a partir das sementes”.

Com a ajuda de seus alunos, Parnas usou óleo de semente de maconha virgem para criar biodiesel por meio da transesterificação, o processo mais usado atualmente para a produção de biodiesel. O grupo testou as características do combustível no laboratório de testes do Centro de Ciências Ambientais e Engenharia da universidade.

Recentemente, a universidade americana patenteou um sistema de reator que pode ser adaptado para fazer biodiesel a partir de várias matérias-primas, incluindo a maconha.

Parnas e sua equipe deverão construir uma fábrica de biodiesel, bancados pelo Departamento de Energia americano. O reator será capaz de produzir até 200 mil galões de biodiesel por ano. Embora essa quantidade seja pequena em relação aos reatores de biodiesel comerciais, a principal tarefa da instalação será testar novas formas de produzir o combustível.

Drogas e Darma no século XXI


Duas grandes direções do pensamento e ação estão tomando foco mais preciso. O interesse no Budismo não foi tão grande desde que foi introduzido na China, de onde seguiu crescendo firme por 500 anos; e o uso sério e profundo dos psicodélicos está ressurgindo, talvez mais profundamente que nos anos 60.

O budismo e os psicodélicos compartilham o interesse no mesmo problema: atingir a libertação da mente. A palavra psicodélico foi usada pela primeira vez pelo psiquiatra britânico Humprey Osmond, em carta ao filósofo Aldous Huxley em 1957. Pegando a raiz grega psykhe, ou “mente” e adicionando delos, “tornar visível ou clarear”, psicodélico se tornou “que manifesta a mente”. O processo é completo pela purificação da mente – a essência do caminho do Buda.



Recentemente, Ram Dass e Ralph Metzner lançaram um livro sobre o nascimento da cultura psicodélica. Não há dúvidas que o Budismo, e a visão de mundo que faz a compreensão deste caminho possível, contribuiu de maneira fundamental para as condições de tal nascimento. A maioria dos professores e pesquisadores que se tornou bem conhecida no movimento psicodélico também têm experiência nas práticas e filosofias budistas. Enquanto isso, os psicodélicos se misturam com a história pessoal de quase todos os professores de Budismo na primeira geração da América e Europa, apesar de hoje encontrarmos muitos advertendo contra o caminho que eles mesmos trilharam. Poucos budistas admitem que o uso de psicodélicos é um caminho por si só – alguns argumentam que é uma porta legítima enquanto outros sentem que budismo e psicodélicos não se misturam de maneira alguma.

Assim como o Budismo tem de ser testado com experiência pessoal, assim também é a questão de como, ou se, os psicodélicos podem ser parte da prática do Darma. Os psicodélicos podem ser usados em uma grande variedade de maneiras e para uma quantidade enorme de finalidades. Os resultados dependem enormemente da experiência, intenções, conhecimento, habilidade e maturidade espiritual do praticante. A avaliação crítica e análise, e a liberdade de fazer estas descobertas por si mesmo são parte essencial da fundação do Budismo e é encontrado já no Kalama Sutra, onde o Buda avisava as pessoas para praticarem por si mesmas e não a aceitarem suas palavras sobre os benefícios como verdadeiras. O historiador da religião Huston Smith também avisou: o uso de psicodélicos é sobre estados alterados, Budismo é sobre comportamento alterado, e um não necessariamente leva ao outro.

Alan Watts, um dos primeiros ocidentais a seguirem o caminho budista, considerou o Budismo e os psicodélicos como parte da mesma jornada filosófica individual. Ele não estava interessado no budismo ser estudado e definido de maneira que devesse se evitar misturar o budismo com outros interesses, como a teoria quântica, psicologia Gestalt ou psicodélicos. Qualquer investigação sobre o potencial humano irá explorar as diferentes visões da intersecção do budismo com os psicodélicos.

A realização de que há relações entre objetos separados e opostos é um dos ensinamentos chave que os insights dos psicodélicos trazem com frequência. Talvez a popularização do Zen e dos psicodélicos tenha mudado o inconsciente coletivo de uma visão de mundo dominantemente conceitual e linear para um modo de percepção mais ecológico e holístico. Mesmo que nós continuemos a pensar de maneira linear, a percepção de que este é um modo de consciência relativo está crescendo, de que é uma criação humana, e não um reflexo da “realidade objetiva”. Este jeito de ver o mundo não requer, necessariamente, a experiência com psicodélicos. É, na verdade, uma das premissas centrais do Zen e nos trás próximos de uma perspectiva que pode igualmente ser chamada “dármica” ou “psicodélica”.

Deixando de lado os bem fundados argumentos pró e contra o uso de psicodélicos, há uma resposta budista à longa, entrincheirada, contínua e devastante guerra as drogas: mais compaixão. Leis draconianas encarceram milhões de pessoas que se não fosse por isso seriam perfeitamente não-criminosas em uma espiral sempre descendente de estratégias contraproducentes cuja fundação é a punição. O resultado é a prisão de uma parcela tão grande da população que praticamente uma em cada quatro pessoas atrás das grades no mundo vive nos EUA. Neste exato momento, as prisões norte-americanas encarceram dezenas de milhares de pessoas – sendo a grande maioria negros – cujo único crime é a posse da planta maconha. Prisões se tornaram escolas de crime avançado, drogas estão a disposição de qualquer um, desde crianças em idade escolar, o crime organizado tem mais verbas e é mais esperto que a polícia e ninguém se sente mais seguro.

A guerra as drogas leva ao cinismo, apatia e, claro, danifica milhares de vidas. Os lucros do comércio ilegal abastecem os cartéis do crime organizado e os fortalecem para corromper policiais, juízes e oficiais de governo. As novas casualidades na fracassada guerra as drogas são nossas liberdades individuais. Uma sociedade que ativamente bane a exploração pessoal com todas as plantas psicodélicas necessitará monitorar seus cidadãos bem de perto. Todas as nossas comunicações, transações e expressões estão sob vigilância cada vez maior, com aumento da burocracia de controle e repressão. Nada disso é conducivo à livre contemplação pacífica de nossas liberdades individuais e de nossas realizações pessoais. Na verdade, esta deixa de ser uma guerra as drogas e se torna uma guerra contra a consciência, guerra contra o livre exercício daquele que é o maior bem dado a um ser humano.

A história da humanidade pode ser vista como uma série de relações com plantas, relações estabelecidas e rompidas. Plantas, drogas, política e religiões se entrelaçaram – desde a influência do açúcar no mercantilismo até a influência do café no moderno escritório, dos britânicos forçando o ópio nos chineses taoístas aos críveis relatórios de que a CIA usou heroína nos guetos para sufocar e calar dissidências e insatisfação. As lições a serem aprendidas podem ser trazidas a consciência, integradas na política social e usadas para criar um mundo mais compassivo, ou podem ser negadas com os resultados já em plena vista.

A capacidade aumentada para extraordinários experimentos cognitivos possibilitada pelos psicodélicos pode ser parte tão importante de ser humano como é nossa espiritualidade ou sexualidade. A questão é quão rápido podemos evoluir para uma cultura madura que seja capaz de lidar com estas questões abertamente. No passado, conhecimento sobre a parte profunda, “oculta” de nossos seres espirituais era considerado questão privada de xamãs, padres ou líderes espirituais que haviam recebido esta incumbência. A experiência religiosa era mediada pela minoria autorizada, e esta é uma tradição que ainda nos acompanha na forma, senão na atitude, de muitas religiões. Entretanto, a democratização dos psicodélicos e do budismo de maneira similar, tem muito a ver com a quebra deste acesso restrito ao divino. No budismo, assim como na psicodelia, o indivíduo toma responsabilidade por suas relações com o a fonte de seu ser e pelo acesso a estados sublimes de mente e espírito.

Publicado originalmente em inglês no blog de Allan Badiner.
Extraído do Blog : http://plantandoconsciencia.wordpress.com/

sábado, 11 de dezembro de 2010

Ann & Alexander Shulgin

Alexander e Ann Shulgin é um casal de idosos conhecido que trabalha no campo da pesquisa psicoactiva há décadas. Alexander "Sasha" Shulgin é farmacologista e químico, e mais conhecido pela sua redescoberta do MDMA (XTC) e pela criação de muitas substâncias químicas psicoactivas, descritas nos livros TIHKAL e PIHKAL.

Alexander começou a sua carreira como químico de pesquisas sénior na empresa multinacional de produtos químicos Dow. Em 1965 Shulgin deixou a Dow para prosseguir com os seus interesses próprios, e tornou-se consultor privado.

Através do seu amigo Bob Sager, presidente dos laboratórios da costa oeste da DEA (administração americana para a aplicação das drogas), Shulgin desenvolveu uma relação com a mesma e começou a organizar seminários farmacológicos para os agentes, fornecendo-lhes amostras de vários compostos e dando ocasionalmente testemunhos especializados em tribunal. Também foi autor de um livro de referência para a aplicação das leis às substâncias controladas, e recebeu vários prémios da DEA.

Em 1967 Shulgin foi apresentado ao MDMA (ecstasy) por Merrie Kleinman, uma estudante graduada de um grupo de estudantes de química médica que ele aconselhou na Universidade Estatal de São Francisco. O MDMA foi sintetizado em 1912 nos laboratórios da Merck, na Alemanha, e patenteado em 1914 como subproduto de outra síntese, mas considerado inútil e nunca investigado. Shulgin continuou a desenvolver um novo método de síntese, e em 1976 introduziu a substância química ao psicólogo Leo Zeff. Zeff usou a substância no seu consultório, em pequenas doses, como ajuda à terapia verbal. Zeff introduziu a substância a centenas de psicólogos por todo o país, incluindo Ann Shulgin, que Alexander Shulgin conheceu em 1979, e com quem casou em 1981.

Em 1994, dois anos após a publicação de PIHKAL, a DEA invadiu o laboratório de Shulgin. Alegando ter encontrado problemas com a sua arquivação de produtos, a agência requeriu que Shulgin devolvesse a sua licença por violação dos termos da mesma, e multou-o em 25 mil dólares por posse de amostras anónimas que lhe haviam sido enviadas para controlo de qualidade. Nos 15 anos seguintes à publicação de PIHKAL, dois relatórios planeados falharam na apresentação de quaisquer irregularidades.

Richard Meyer, porta-voz da divisão de São Francisco da DEA, afirmou que “É nossa opinião que esses livros são em grande parte livros de receitas para a preparação de drogas ilegais. Os nossos agentes relataram que nos laboratórios clandestinos que invadiram encontraram cópias desses livros”, sugerindo a muitos que a publicação de PIHKAL e a cancelação da licença de Shulgin estavam relacionadas.

O dinheiro usado para pagar a multa foi a pensão de Shulgin, que ele havia juntado ao longo dos anos. As autoridades multaram-no quando ele tinha setenta anos. Agora, quinze anos mais tarde, na casa dos oitenta, a saúde de Shulgin está a deteriorar-se (em 2008 foi operado ao coração). Nem ele nem a sua mulher têm dinheiro para pagar as contas do hospital.

Os Shulgins têm uma grande colecção de material físico (livros, diários, etc.) que precisa de ser organizada, arquivada e disponibilizada ao público. O website Erowid está a tentar juntar entre 25 e 50 mil dólares para em 2010 pagar um assistente especializado para Alexander e para calcular e processar custos. Donativos podem ser feitos através do Erowid Center, ou enviados directamente aos Shulgins.

A página do Erowid onde podes encontrar mais informação e fazer um donativo é: Support the Shulgin Collection

Imagens espacias deslumbrantes - O UNIVERSO É PSICODÉLICO !!!

Imagens espacias deslumbrantes Muitas das imagens capturadas pelo famoso telescópio da NASA, o Hubble, são nada menos do que completamente atordoantes e puras maravilhas visuais. Uma nova e espectacular imagem mostra o embate entre duas galáxias, que começou aproximadamente há 100 milhões de anos.

Estas galáxias chamam-se Anntennae, devido aos seus longos «braços» parecidos com antenas, que podem ser vistos em imagens do sistema solar com ângulos de visão extensos. Durante estas colisões, as nuvens de pó e de gás comprimem-se, gerando uma imensidade de novas estrelas. A luz ultravioleta destas novas estrelas aquece as nuvens de hidrogénio, emitindo a luz vermelha vista na imagem. O fim da colisão está estimado em cerca de 400 milhões de anos.

Podes encontrar mais imagens espantosas de estrelas, planetas, galáxias e supernovas no HubbleSite.

Ecstasy pode ajudar pacientes com TEPT

Ecstasy pode ajudar pacientes com TEPT Estudos preliminares mostram que o MDMA (ou ecstasy) pode ter um papel no tratamento do transtorno por estresse pós-traumático (TEPT), quando usado em conjunto com terapia intensiva e num ambiente rigorosamente controlado. Ao ser usado deste modo, o MDMA foi tão eficaz que 80% dos participantes obtiveram a resolução dos seus sintomas de TEPT após o período de provação.

Antes da sua classificação como droga de escala 1 nos Estados Unidos em 1985, o MDMA era usado frequentemente como adjunto para a psicoterapia em geral, devido aos relatórios que afirmavam que podia temporariamente «diminuir a sensação de medo enquanto mantendo um estado de consciência alerta e clareza mental».

Para o estudo patrocinado pela MAPS, foram recrutados 20 pacientes maiores de 21 anos com TEPT crónico, e foram-lhes receitadas cápsulas de MDMA ou cápsulas com uma substância placebo, durante duas «sessões experimentais de psicoterapia» de 8 horas.

80% dos participantes que tomaram MDMA deixaram de estar classificados com TEPT após 2 meses. Após 2 meses, os participantes do «grupo placebo» receberam a droga em estudo. 7 ou 8 deles optaram por adicionar o MDMA, e os resultados foram tão bons como os das suas contrapartes que tomaram a medicação inicialmente.

Outro estudo recentemente aprovado focará em veteranos dos Estados Unidos com TEPT relacionado com a guerra.

Lê um artigo mais detalhado (em inglês) em ScienceDaily.

Novo artigo sobre Alexander Shulgin

Novo artigo sobre Alexander Shulgin A Vice Magazine publicou um artigo extenso e muito pessoal sobre o encontro entre o editor Hammilton Morris e Alexander. Embora o artigo (em inglês) tenha o título A última entrevista com Alexander Shulgin, não se trata realmente de uma entrevista, mas contém certamente bastante informação interessante, anedotas divertidas e várias fotografias tiradas no laboratório e no jardim de Alexander.

Percorremos o caminho de pedras luzidias até ao seu laboratório. O sol brilhava através das folhas, arremessando sombras sobre sua enorme coleção de cactos psicodélicos, incluindo um invejável Trichocereus bridgesii forma monstrose (um cacto de mescalina muito parecido com um pénis). Atravessámos uma pequena ponte de metal quando o laboratório se tornou visível. Repleto de trepadeiras, tratava-se de uma casinha feita de retalhos de metal corrugado e de plástico que emanava o cheiro incisivo e a mofo do DMT. Quando abrirmos a porta, ele exclamou: “Ho-ho-ho!”

Czar das drogas americano admite futilidade da guerra contra as drogas

Czar das drogas americano admite futilidade da guerra contra as drogas Levou 40 anos, mais de um trilião de dólares americanos e centenas de milhares de vidas. O resultado? Um aumento da violência e cada vez mais problemas.

O “czar das drogas” da Casa Branca, Gil Kerlikowske, admite a falha da guerra contra as drogas: “No panorama geral não foi bem sucedida. Quarenta anos mais tarde, a preocupação com as drogas e os problemas que elas causam, se mudou, foi para pior”.

A Associated Press usou o decreto da liberdade de informação para descobrir para onde foi o dinheiro gasto na guerra contra as drogas. Em 40 anos gastou-se dinheiro de impostos numa dúzia de projectos que resultaram em poucas ou nenhumas melhorias.

- $20 bilhões para combater os bandos de tráfico de drogas nos seus próprios países. Na Colômbia, por exemplo, os Estados Unidos gastaram mais de 6 bilhões, enquanto que o cultivo da coca aumentou e o tráfico mudou-se para o México – e a violência juntamente com este.
- $33 bilhões na divulgação da campanha “Just Say No” (Diz Não Às Drogas) para a juventude americana e noutros programas de prevenção. Os alunos do ensino secundário reportam a mesma percentagem de uso de drogas ilegais que em 1970, e os centros de prevenção e controlo de doenças dizem que as superdoses de drogas “aumentaram constantemente” desde os princípios dos anos 70 até mais de 20 mil no ano passado.
- $49 bilhões para a observância das leis ao longo das fronteiras americanas para cortar o fluxo de drogas ilegais. Este ano, 25 milhões de americanos irão inalar, engolir, injectar e fumar drogas ilícitas, cerca de 10 milhões mais que em 1970, sendo a grande parte dessas drogas importada do México.
- $121 bilhões para prender mais de 37 milhões de ofensores não violentos em crimes de drogas, cerca de 190 milhões dos quais por posse de marijuana. Estudos mostram que o tempo na prisão tende a aumentar o abuso das drogas.
- $450 bilhões para prender essas pessoas apenas em prisões federais. O ano passado, metade dos presos federais nos Estados Unidos cumpria sentenças por crimes relacionados com drogas.

Lê o artigo integral (em inglês) aqui.